A falta que eles nos fazem, os bons jornalistas

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Tenho escrito pouco neste blog. Menos do que gostaria, pra ser sincero. Mas não vou deixar passar em branco hoje. Logo pelo café da manhã me peguei com saudades do Clóvis Rossi. Como eu gostaria de ler uma análise dos tempos de hoje escrita pelo Rossi.

Já disse em outros posts, mas repito: aprendi a ler em jornal e fiz minha primeira assinatura aos 15 anos, quando fui morar numa pensão em Ribeirão Preto para fazer o colegial. Um dia precisei brigar com o filho da dona da pensão, porque ele roubava meu exemplar diariamente. Antes de eu ler!

E naqueles finais dos anos 1980, eu aprendi a acompanhar a política de Brasília pelos textos de Gilberto Dimenstein. Que morreu hoje, li um pouco depois. Fará falta. No jornalismo, eu acho que já fazia, mas ele mudou de ramo, fez coisas interessantes e importantes; pelo que ouvi da última entrevista dele, foi feliz nas suas coisas.

O mundo era outro antigamente. O mundo era outro ainda ontem, setenta e cinco dias atrás, quando nos isolamos em casa. O mundo será outro quando sairmos deste isolamento, desta pandemia, deste desgoverno brasileiro. Neste e em outros mundos, Rossi e Dimesntein fazem e farão falta.

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